Nossa... Quanto tempo que não passo por aqui para deixar meus pensamentos.
Minha vida tem andando meio atribulada, principalmente no trabalho. Mas o engraçado é que mesmo com tantas dificuldades adoro trabalhar com a literatura, estar em contato com os livros, com as histórias.
Hoje estava pensando o quanto “escrever” é mágico, o que o ato de escrever pode proporcionar bem-estar não só para o autor, mas, principalmente para quem lê. É mágico poder passar para os outros idéias, pensamentos, fatos, histórias... Risos. O último texto que postei aqui foi relacionado às peripécias de uma amiga, me senti na obrigação de partilhar. Ainda mais que além de tudo as histórias verídicas que acontecem ou aconteceram com ela são muitíssimo engraçadas.
Ontem, em um dos encontros de formação que temos, o Na Trilha foi citado e hoje me senti tocada a vir aqui contar mais uma das aventuras desta minha amiga.
Então vamos ao fato!
Medo tem limite!
Como todos nós sabemos essa minha amiga, que por sinal é muito especial, tem uma “quedinha” por moradores de rua, loucos e afins. Houve uma época que fazíamos aula de dança de salão juntas no SESC de Nova Iguaçu e geralmente aproveitávamos para passear no shopping após as aulas. O percurso era feito via canela mesmo, a conversa era tão boa que nem dava para perceber o tempo passar. Mas não dizem que quando algo está bom demais sempre acontece algo para atrapalhar? Pois é, conosco não poderia ser diferente! A Carla com essa “quedinha”, risos, logo avistou um mendigo que estava ao chão hiper bêbado, e que é claro, começou a falar algumas coisas nada agradáveis para duas donzelas. Risos...
Eu, que já havia percebido que ele não poderia nos seguir, continuei a prosa. Entretanto, depois de alguns minutos, (eu falo demais), percebi que estava falando so-zi-nha! A companheira já estava do outro lado da rua! Até compreendi... Imaginem o desespero de uma pessoa que vive passando por situações tragicômicas, mas que na verdade não são nada agradáveis? Imaginou? Então, pressuponho que este indivíduo (a), fica completamente alucinado, não pensa mais, só reage, nesse caso, corre.
Eu tive uma crise de risos, pedi perdão à Deus, mas não agüentei. A minha amiga tinha simplesmente corrido de um mendigo deficiente físico, ou seja, que não tinhas as duas pernas!!!
Esse fato é sempre lembrado por esta que vos escreve. Risos. Afinal, perco a amizade, mas não perco a piada! Brincadeirinha! Risos
Inté mais!