terça-feira, 19 de abril de 2011

Nossa... Quanto tempo que não passo por aqui para deixar meus pensamentos.
Minha vida tem andando meio atribulada, principalmente no trabalho. Mas o engraçado é que mesmo com tantas dificuldades adoro trabalhar com a literatura, estar em contato com os livros, com as histórias.
Hoje estava pensando o quanto “escrever” é mágico, o que o ato de escrever pode proporcionar bem-estar não só para o autor, mas, principalmente para quem lê. É mágico poder passar para os outros idéias, pensamentos, fatos, histórias... Risos. O último texto que postei aqui foi relacionado às peripécias de uma amiga, me senti na obrigação de partilhar. Ainda mais que além de tudo as histórias verídicas que acontecem ou aconteceram com ela são muitíssimo engraçadas.
Ontem, em um dos encontros de formação que temos, o Na Trilha foi citado e hoje me senti tocada a vir aqui contar mais uma das aventuras desta minha amiga.
Então vamos ao fato!
 
Medo tem limite!
 
Como todos nós sabemos essa minha amiga, que por sinal é muito especial, tem uma “quedinha” por moradores de rua, loucos e afins. Houve uma época que fazíamos aula de dança de salão juntas no SESC de Nova Iguaçu e geralmente aproveitávamos para passear no shopping após as aulas. O percurso era feito via canela mesmo, a conversa era tão boa que nem dava para perceber o tempo passar. Mas não dizem que quando algo está bom demais sempre acontece algo para atrapalhar? Pois é, conosco não poderia ser diferente! A Carla com essa “quedinha”, risos, logo avistou um mendigo que estava ao chão hiper bêbado, e que é claro, começou a falar algumas coisas nada agradáveis para duas donzelas. Risos...
Eu, que já havia percebido que ele não poderia nos seguir, continuei a prosa. Entretanto, depois de alguns minutos, (eu falo demais), percebi que estava falando so-zi-nha! A companheira já estava do outro lado da rua! Até compreendi... Imaginem o desespero de uma pessoa que vive passando por situações tragicômicas, mas que na verdade não são nada agradáveis? Imaginou? Então, pressuponho que este indivíduo (a), fica completamente alucinado, não pensa mais, só reage, nesse caso, corre.
Eu tive uma crise de risos, pedi perdão à Deus, mas não agüentei. A minha amiga tinha simplesmente corrido de um mendigo deficiente físico, ou seja, que não tinhas as duas pernas!!!  
Esse fato é sempre lembrado por esta que vos escreve. Risos. Afinal, perco a amizade, mas não perco a piada! Brincadeirinha! Risos
Inté mais!

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Amando a vida

Quando ao amanhecer do dia
meus olhos posso abrir
meus braços levantar
e com meus lábios sorrir
lembro-me do amor...
Quando fico a caminhar
ou a cantar uma canção
ver a chuva cair
sentir meu coração
lembro-me do amor...
É assim que percebo o quanto sou querida
o quanto alguém sofreu
para que eu pudesse ter tudo isso.
Mas sou tão ingrata...
Que nem ao menos lembro-me de agradecer
só quero mais e mais
e o que é importante não consigo ver.
A cada dia que passava ficava a imaginar:
como pode existir alguém assim
que mesmo esquecido, nunca se esqueceu de mim?
Foi quando o conheci
o Homem que me criou
que me deu tanto carinho
carinho a quem nunca o amou.
Hoje sou privilegiada
e posso dizer que sou amada
e dizer que amo também
pois amo quem ama o mundo
aquele que não esquece ninguém
e posso dizer ainda
que descobri o início e o meio
pois a felicidade não tem fim...

28/03/2001

ATOS E PALAVRAS

AS PALAVRAS SÃO POUCAS
PARA EXPRESSAR UM SENTIMENTO
OS ATOS QUE NOS FAZEM VER
O QUE PASSA EM NOSSOS PENSAMENTOS
AS PALAVRAS ÀS VEZES SÃO FALSAS
E ATOS ACONTECEM POR ACASO
ASSIM COMO VOCÊ
QUE POR ACASO COMEÇOU A FAZER PARTE DA MINHA VIDA.

07/12/2000

terça-feira, 2 de novembro de 2010

O TEMPO QUE NÃO VOLTA MAIS

Quem nunca teve um amor platônico na adolescência que atire a primeira pedra!
Sou da época do papel de carta, do caderno de versos, do poema inspirado em alguém especial, do “amor” inocente... Hoje infelizmente as coisas estão diferentes, totalmente diferentes. Pelo que tenho percebido tais características não fazem mais parte da vida dos nossos adolescentes. Pelo contrário, ao invés da simples e inocente paquera, já se parte para o sexo. Diante de tal vertente fico com uma interrogação: Por onde será que está andando o tal do romantismo? Será que só eu ainda procuro por ele? Risos...
O Tempo...
Às vezes paro para pensar no tempo...
No tempo que passa e se perde
No tempo que passa e não aproveitamos
Nas pessoas que passam pouco ou muito tempo em nossas vidas.
Chego à conclusão de que realmente cada minuto é precioso e não posso desperdiçar
Pois amanhã restarão apenas lembranças.
Quero sorrir e até chorar
Quero fazer algumas coisas sem pensar
Quero não me arrepender do tempo que passou
Quero olhar pra traz e ver que nada foi em vão
Quero não me arrepender de te amar demais
Quero chorar com a certeza de que vai passar a saudade e a falta que você me faz
Quero não me arrepender por ainda te amar
E quero te esquecer, já que a vida não permitiu que andássemos de mãos dadas.
O tempo,
só ele tem me ensinado a crescer e me ame tornar cada vez mais mulher.
Não quero mais perder um só segundo,
Sei que são irrecuperáveis!
Também não quero ficar usando meus pensamentos para voltar no tempo e lembrar as tristezas.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

"Só acontece comigo..." Parte I

     Tenho uma amiga muito especial, mas que tem um um tal carma que não é tão legal assim. Vou explicar melhor: ela parece que possui um espécie de imã, isso mesmo imã! No entanto, o que a coitada atrai são situações às vezes um tanto complicadas mas com o certo teor de humor. São tantos os casos cômicos, que aos poucos vou passando para vocês se divertirem junto comigo.
     Para começar, vou descrever o primeiro caso:
     "Faz faculdade longe e sai direto do trabalho, leva sempre um lanche na mochila, que é a sua marca registrada, já que não a tira nem para ir ao banheiro! Risos. Ao passar pela passarela, com um calor de aproximadamente 40 graus avista um mendigo que lhe pede um trocado:
     _Uma esmola pelo amor de Deus, uma esmola por necessidade...
      Coração de manteiga que é, abre sua pesada mochila e tira o único lanche do dia (pão com mortadela) e o dá para aquele que naquele momento necessita mais, já que estava com o dinheiro à conta da passagemdo  trem. O mendigo nada fala, nem um muito obrigado! Mas mesmo assim o coração da amiga se enche de paz, já que havia feito a sua boa ação do dia. Pega sua mochila e resolve continuar seu percurso... Contudo, depois de alguns instantes sente algo bater nas suas costas seguida de uma voz que dizia:
_Não quero esse pão duro! Eu quero é dinheiro!

:-) Como dizia minha avó: "O importante é fazer o bem, sem olhar a quem! Risos